Os furacões são máquinas de destruição alimentadas pelo calor do mar
Um furacão não nasce do nada. É uma máquina meteorológica gigantesca que precisa de ingredientes muito específicos para existir. O principal é água...
Um furacão não nasce do nada. É uma máquina meteorológica gigantesca que precisa de ingredientes muito específicos para existir. O principal é água quente: pelo menos 26 graus a uma profundidade de 50 metros. Quando o ar quente e húmido sobe rapidamente desta água aquecida, cria uma zona de baixa pressão que aspira mais ar das redondezas. Este ar roda à medida que sobe, por causa da rotação da Terra, formando uma espiral que pode crescer durante dias até se tornar num monstro com centenas de quilómetros de diâmetro.
A parte mais estranha de um furacão é o "olho": o centro completamente calmo onde o céu está limpo e quase não há vento. À sua volta, as paredes de nuvens criam os ventos mais devastadores. Quando um furacão chega a terra, perde a sua principal fonte de energia (a água quente do oceano) e começa a enfraquecer. Mas antes disso pode causar cheias, deslizamentos e destruição generalizada. Os furacões do Atlântico, os tufões do Pacífico e os ciclones do Índico são todos o mesmo fenómeno com nomes diferentes!
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